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Como eram os trailers antigamente

Hoje em dia um trailer precisa ser impactante. Chamar a atenção do espectador a qualquer custo. Seja por imagens chocantes, uma trilha sonora espetacular, ou somente pelo elenco estelar que ele traz. Quantas vezes nos deparamos com trailers montados de maneira primorosa, que nos levam a acreditar que o filme é ótimo? Inúmeras.

Nos áureos tempos de Hollywood, o objetivo era apenas e tão somente mostrar a história do filme.

Enquanto era a narrada a sinopse, trechos de cenas eram colocados na tela. Algumas vezes, no caso de Hitchcock por exemplo, o próprio diretor apresentava o filme. Na verdade no caso de Alfred, a intenção era “vender” um filme de Hitchcock, o que por si só já é o bastante.



O destaque dado para o estúdio responsável pela produção era bem diferente. Filmes da MGM eram sinônimo de grandes histórias e obras cinematográficas. Expor no trailer que a obra era “Metro Goldwyn Mayer” tinha mais espaço as vezes do que os próprios atores que integravam o elenco.

Atualmente, nos cinemas, fica até difícil saber o que é de quem. São tantas logos, e piscam tão rápido na tela, que é melhor mesmo se concentrar em tentar desvendar se por trás daquela incrível montagem de sustos, cenas românticas, engraçadas e cheias de explosões, existe mesmo uma grande filme.

Confira dois grandes trailers da era dourada do cinema e veja as mudanças da linguagem cinematográfica:

Doctor Zhivago

Lassie Come Home

Divulgado poster de “Hot Tube Time Machine”

(clique para ampliar)

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A comédia protagonizada por John Cusack, ganha seu primeiro poster oficial.

A equipe de marketing responsável pela divulgação da comédia Hot Tube Time Machine, optou por uma abordagem mais irreverente para lançar o filme. A criatividade foi o ponto principal escolhido pelos designers.

“O título é provocativo. Queremos vender alguma história junto com o pôster, o que não temos há muito tempo. Quem coloca álgebra em alguma coisa ligada ao público? Foi uma maneira divertida de tornar tudo um pouco mais interessante”, explicou o presidente de marketing da MGM, Michael Vollman.

Sam Mendes é o diretor do 23º 007.

Dando fim às especulações sobre o futuro da franquia James Bond, a Eon Productions divulgou o nome do diretor da nova sequência.

Sam Mendes não acumula em seu currículo filmes de ação (Beleza Americana, Distante Nós Vamos, Estrada Para Perdição e Foi Apenas Um Sonho) sua experiência mais próxima foi no filme Soldado Anônimo, mesmo assim aceitou o desafio de comandar a nova produção sobre o espião 007.

A ideia é começar as filmagens já em junho, com um lançamento para 2011.

A Sony distribui novamente, ao lado da MGM. Os veteranos Neal Purvis e Robert Wade escrevem ao lado de Peter Morgan (Frost/Nixon).

Daniel Craig reprisará o papel principal.

MGM – Tempos muito ruins!

Primeiramente foi dito que as franquias de James Bond e O Hobbit deixariam a MGM, agora, segundo a revista Vriety, é o logotipo do estúdio que corre risco de ser vendido à fim de tentar sanar o rombo de US$ 3,7 bilhões.

Segundo estimativas do mercado, a MGM vale hoje cerca de US$ 1,5 bilhões, o que não inclui seu acervo de 4 mil títulos que também deverão ser vendidos dentro de alguns dias.

Em 2009, a MGM só lançou o pouco comentado após estréia Fama (em cartaz nos cinemas), que não lhe rendeu os lucros esperados.

Leiloar o logotipo, porém, parece um desespero perigoso, já que provavelmente uma outra grande “major” dos cinemas – como a Fox, Paramount ou Universal – que o comprar provavelmente não o usaria por ele estar associado à imagem de outra empresa.

História
O logotipo da MGM foi criado em 1928. Atualmente, a vinheta é estrelada por Leo, um leão que nasceu na década de 1950 em um zoológico da Irlanda e foi treinado por Ralph Helfer, um dos maiores treinadores de animais que a América já viu.

Veja na galeria, a evolução da logomarca:

Franquias de James Bond e O Hobbit podem deixar MGM.

De acordo com o Deadline Hollywood Daily, a MGM precisa de 20 milhões de dólares imediatamente para cobrir seu fluxo de caixa e mais 150 milhões para aguentar até o fim deste ano financiando seus projetos e começando a produção de O Hobbit, que terá direção de Guillermo Del Toro.

Na última quarta-feira houve uma conferência onde o principal objetivo era também solicitar aos credores um pedido de perdão dos juros da dívida que, até fevereiro de 2010, terá valor acumulado de 3,5 bilhões de dólares. Caso isso aconteça, o estúdio poderá usar o dinheiro para financiar seus projetos. No entanto, os acionistas não enxergam grandes vantagens em prestar o socorro, pois o retorno – se vier – pode demorar demais.

Recentemente a MGM trouxe de volta para a casa a franquia de James Bond, depois de um contrato de dois filmes com a Sony. Agora, beirando falência, o estúdio pode perder a série, sem a qual não conseguiria se sustentar.

Alarmistas afirmam que Bond e O Hobbit estão “em perigo”. No entanto, quer a MGM sobreviva ou não, eles devem seguir adiante rapidamente – seja para quitar dívidas, ou como projetos do próprio estúdio ou nas mãos de terceiros. Franquias como estas não ficam pegando poeira nas prateleiras..
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